3/04/2008
Dizem que ...
12/14/2006
Ayrton Senna
Para os anoes que gostam de velocidade
Para os anoes que gostam de velocidade
12/11/2006
A última posta de Jack Porra/ Tributo a ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL
Meus caros, este é o último post desde vosso criado (pelo menos durante uns tempos). Se entretando tiver outro refúgio na blogosfera, deixar-vos-ei aqui o link.
Foi um prazer servir este estabelecimento de e para anões, mas como sabem a vida de um midget é e sempre será uma curta metragem...(e de preferência vocacionada para anãs!)
Deixo-vos uma última posta sobre esse midget desesperado (que seguramente no velho oeste teria sido um Joe Dalton!) que é Adolfo Morais de Macedo ou antes ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL (mães escondam as vossas filhas).

Adolfo numa casa de banho pública, ou não tivessem os Mão Morta um álbum intitulado ‘Há já Muito Tempo Que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável"
Excertos da entrevista a ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL
"– Como explica que as suas performances sejam tão badaladas?
– Não faço ideia.
– Cortou-se numa perna, vestiu camisas-de-forças, sacudiu fãs ao pontapé, foi lambido em palco...
– Estamos a falar de vários acidentes e não de performances. No melhor pano cai a nódoa.
– Deu sete cortes na perna, desmaiou e foi suturado com 20 pontos. Como é que é possível uma coisa destas?
– Aconteceu. Não foi o primeiro concerto em que usei lâminas. Num gesto feito sem medo nem hesitação passei a faca na perna e com o calor e a adrenalina as passagens da faca não foram sentidas. Só no último corte, o mais profundo, senti algo. Ao passar a mão pela perna dei conta que tinha uma catarata a jorrar. Dois músicos estavam quase a desmaiar mas aguentou-se o concerto até ao fim. Quando cheguei ao hospital e vi que tinha a perna num estado lastimoso fui-me abaixo.
– Lembra-se de ser pontapeado por um polícia em Mirandela?
– Foi uma coisa absurda. Os polícias a darem pancada, os músicos a acelerarem a batida. Quando um dos polícias começa a dar-me uns pontapés precisos alguém diz: “Não toque nesse senhor que ele é advogado”. De uma forma caricata, espécie de reacção automática, o polícia retira o pé e faz de conta que não é nada com ele. Isso é sintomático de uma certa mentalidade portuguesa.
– Frequenta com o igual à-vontade os meios marginais, as famílias conservadoras e a barra dos tribunais?
– Agora já não. Cada vez mais frequento sobretudo a minha casa.
Avé, Adolfo
Foi um prazer servir este estabelecimento de e para anões, mas como sabem a vida de um midget é e sempre será uma curta metragem...(e de preferência vocacionada para anãs!)
Deixo-vos uma última posta sobre esse midget desesperado (que seguramente no velho oeste teria sido um Joe Dalton!) que é Adolfo Morais de Macedo ou antes ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL (mães escondam as vossas filhas).
Adolfo numa casa de banho pública, ou não tivessem os Mão Morta um álbum intitulado ‘Há já Muito Tempo Que Nesta Latrina o Ar se Tornou Irrespirável"
Excertos da entrevista a ADOLFO LUXÚRIA CANIBAL
"– Como explica que as suas performances sejam tão badaladas?
– Não faço ideia.
– Cortou-se numa perna, vestiu camisas-de-forças, sacudiu fãs ao pontapé, foi lambido em palco...
– Estamos a falar de vários acidentes e não de performances. No melhor pano cai a nódoa.
– Deu sete cortes na perna, desmaiou e foi suturado com 20 pontos. Como é que é possível uma coisa destas?
– Aconteceu. Não foi o primeiro concerto em que usei lâminas. Num gesto feito sem medo nem hesitação passei a faca na perna e com o calor e a adrenalina as passagens da faca não foram sentidas. Só no último corte, o mais profundo, senti algo. Ao passar a mão pela perna dei conta que tinha uma catarata a jorrar. Dois músicos estavam quase a desmaiar mas aguentou-se o concerto até ao fim. Quando cheguei ao hospital e vi que tinha a perna num estado lastimoso fui-me abaixo.
– Lembra-se de ser pontapeado por um polícia em Mirandela?
– Foi uma coisa absurda. Os polícias a darem pancada, os músicos a acelerarem a batida. Quando um dos polícias começa a dar-me uns pontapés precisos alguém diz: “Não toque nesse senhor que ele é advogado”. De uma forma caricata, espécie de reacção automática, o polícia retira o pé e faz de conta que não é nada com ele. Isso é sintomático de uma certa mentalidade portuguesa.
– Frequenta com o igual à-vontade os meios marginais, as famílias conservadoras e a barra dos tribunais?
– Agora já não. Cada vez mais frequento sobretudo a minha casa.
Avé, Adolfo
12/07/2006
Série “foi você que pediu ?” parte II
Num exame oral da Cadeira de Direito Internacional Público, numa universidade privada do Porto:
- E sabe apontar-me alguma característica dos escandinavos?
- (o aluno, depois de longa pausa) Bem, eu acho que eles não são pretos.
Comentário AU: Muito bem, anão! Eis um exemplo da conhecida táctica "nunca te entregues" também conhecida por "areia para os olhos". E fizeste bem em fazer uma longa pausa. Valoriza o que vais dizer a seguir. Prepara para o momentum.
- E sabe apontar-me alguma característica dos escandinavos?
- (o aluno, depois de longa pausa) Bem, eu acho que eles não são pretos.
Comentário AU: Muito bem, anão! Eis um exemplo da conhecida táctica "nunca te entregues" também conhecida por "areia para os olhos". E fizeste bem em fazer uma longa pausa. Valoriza o que vais dizer a seguir. Prepara para o momentum.
Série “foi você que pediu ?” parte I
Num exame oral no 2.º ano do curso de Relações Internacionais:
- Então diga-me lá qual era o nome próprio de Hitler?
- Heil.
Comentário AU: Assim gostamos, curto e grosso e o professor se não sabe que estude mais.
- Então diga-me lá qual era o nome próprio de Hitler?
- Heil.
Comentário AU: Assim gostamos, curto e grosso e o professor se não sabe que estude mais.
Le Cool Edición Madrid

Esta es una intro banal con ojearla tienes bastante esta es una intro sin pausas que busca la originalidad y no la encuentra esta intro se siente superior a las que la anteceden y cree estar a la última pero en realidad es sólo un revival esta intro quiere ser independiente pero no puede separarse del resto esta intro está siendo manipulada y no se entera esta intro se queja por todo pero sólo por aparentar esta intro en el fondo tiene miedo de no estar a la altura de no vender lo que quiere esta intro es una oveja más en el rebaño (de la literatura). ¿Se parecerá esta intro a la moda a la modernidad a los modernos? Ni idea, dicen René,Sebas, Malicia Cool & Andrew.
12/06/2006
DeVito
em câmara lenta
em câmara lenta
UNCENSORED: Danny DeVito Drunk On The View
Pois é, Anão DeVito, quando se vai para programas de televisão bêbado (depois de sair à noite com o George Clooney) é o fim da macacada.
Não é que a imitação do Bush não tenha sido engraçada...mas já as tuas aventuras com a Sr.ª DeVito (a Carla do Bar Cheers) quando passaram na Casa Branca...os palavrões...no fundo toda aquela ginga do bêbado que todos tão bem conhecemos...
Claro que nós aqui no Upa Midget aplaudimos de pé e por isso vais ser recomendado para Anão do Ano (até porque és um Anão com "A" grande, mesmo sem palmilhas).
PS- Esta posta é dedicada ao Ayatolla, que foi o primeiro a alertar para a entrevista.
Pois é, Anão DeVito, quando se vai para programas de televisão bêbado (depois de sair à noite com o George Clooney) é o fim da macacada.
Não é que a imitação do Bush não tenha sido engraçada...mas já as tuas aventuras com a Sr.ª DeVito (a Carla do Bar Cheers) quando passaram na Casa Branca...os palavrões...no fundo toda aquela ginga do bêbado que todos tão bem conhecemos...
Claro que nós aqui no Upa Midget aplaudimos de pé e por isso vais ser recomendado para Anão do Ano (até porque és um Anão com "A" grande, mesmo sem palmilhas).
PS- Esta posta é dedicada ao Ayatolla, que foi o primeiro a alertar para a entrevista.
12/05/2006
Charlie Chaplin, o mais genial de todos os anões
PS 1 - Ao que parece, muito antes de ser actor, Chaplin divertia os amigos com este ballet de mesa que mais tarde haveria de imortalizar em filme.
PS 2 - Aqui há tempos vi num documentário em que se entrevistava um ex-secretário de Adolph Hitler que até o próprio ditador nazi riu quando viu, na privacidade do seu gabinete, o filme "O Grande Ditador" (na altura proibidíssimo na Europa e só exibido nos USA) em que Chaplin faz de pobre barbeiro judeu e caricaturiza precisamente o chanceler Alemão...
PS 1 - Ao que parece, muito antes de ser actor, Chaplin divertia os amigos com este ballet de mesa que mais tarde haveria de imortalizar em filme.
PS 2 - Aqui há tempos vi num documentário em que se entrevistava um ex-secretário de Adolph Hitler que até o próprio ditador nazi riu quando viu, na privacidade do seu gabinete, o filme "O Grande Ditador" (na altura proibidíssimo na Europa e só exibido nos USA) em que Chaplin faz de pobre barbeiro judeu e caricaturiza precisamente o chanceler Alemão...
Agora que o anão Pinochet (esse belo rapazinho) está de partida...
Woody Allen's best play ever
11/30/2006
LIBERDADE O MELHOR BLOG DE SEMPRE
Meus amigos depois de muito reflectir sobre a vida cheguei à conclusao que o que mais prezo é a Liberdade. Lembro-me de uma aula de Religiäo e Moral no grande colégio Claretiano que frequentei cujo tema era este mesmo. Aí foram esboçados os primeiro pensamentos acerca dessa palavra Liberdade, o respeito, o eu e os outros, a minha liberdade e as dos outros...
Ficou-me essa aula do Professor Raul. Quanto mais anos passam mais se amadurece e se depura o que é essencial. A amizade, os princípios, os valores, o carácter, a experiência acumulada, e a Liberdade para poder continuar este caminho saboreando tudo aquilo que ele nos reserva. Alguns anos depois dessa aula volto a ela com algo mais para dizer. Ouvi dizer que a Liberdade era uma pomba branca que nem os muros altos das prisöes, nem os momentos de isolamento solitário, nem a opressäo dos Homens, nem as perseguiçoes holocáusticas, nem nada, nada podia roubar a liberdade que temos de pensar e de sentir. Numa palavra, a liberdade de voltar a ser criança e sonhar. É verdade isto? Deve ser. Mas uma coisa aprendí e sei, mesmo sem muros, sem preseguiçoes, sem nada, nos prórprios podemos impor-nos de tal maneira restriçoes que nos rouba-mos aquilo que de mais precioso temos. Essa Liberdade.
É essa liberdade que procuro. É esse espaço, arejado e livre que encontro aqui neste blog (por exemplo), mas também com os meus amigos, nas minhas viagens, nos meus passeios, nos meus pensamentos, nos meus sonhos, nas minhas decisoes, nos meus actos, no meu respirar, na minha vontade e alegria de viver. Nao acreditam?? Perguntem ao Almicar Nice.
Ficou-me essa aula do Professor Raul. Quanto mais anos passam mais se amadurece e se depura o que é essencial. A amizade, os princípios, os valores, o carácter, a experiência acumulada, e a Liberdade para poder continuar este caminho saboreando tudo aquilo que ele nos reserva. Alguns anos depois dessa aula volto a ela com algo mais para dizer. Ouvi dizer que a Liberdade era uma pomba branca que nem os muros altos das prisöes, nem os momentos de isolamento solitário, nem a opressäo dos Homens, nem as perseguiçoes holocáusticas, nem nada, nada podia roubar a liberdade que temos de pensar e de sentir. Numa palavra, a liberdade de voltar a ser criança e sonhar. É verdade isto? Deve ser. Mas uma coisa aprendí e sei, mesmo sem muros, sem preseguiçoes, sem nada, nos prórprios podemos impor-nos de tal maneira restriçoes que nos rouba-mos aquilo que de mais precioso temos. Essa Liberdade.
É essa liberdade que procuro. É esse espaço, arejado e livre que encontro aqui neste blog (por exemplo), mas também com os meus amigos, nas minhas viagens, nos meus passeios, nos meus pensamentos, nos meus sonhos, nas minhas decisoes, nos meus actos, no meu respirar, na minha vontade e alegria de viver. Nao acreditam?? Perguntem ao Almicar Nice.
